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segunda-feira, 21 de abril de 2014

Encontro de utilizadores QGIS Portugal

No próximo dia 2 de Junho, no Polo II da Universidade de Coimbra, decorrerá o segundo encontro de utilizadores QGIS realizado em Portugal (o primeiro realizou-se em Outubro de 2012).

A organização do evento é assegurada pelo Grupo de Utilizadores QGIS-PT e conta com o apoio da Universidade de Coimbra e da Faunalia.

Para além de apresentações de casos de estudo, o encontro oferece a possibilidade de frequentar workshops práticos, com temáticas e complexidade técnica variada, mediante o pagamento simbólico de 5 euros que revertem inteiramente para o projecto QGIS.

A entrada (para quem não está interessado nos workshops) é gratuíta mas exige inscrição que poderá ser feita a partir desta página.

Mais informações disponíveis na página do Grupo de Utilizadores QGIS-PT. Deixo-vos com o programa do encontro.


sexta-feira, 17 de maio de 2013

Sistemas de Informação Geográfica e Paleontologia

Como é que as geotecnologias podem ser uma ferramenta de gestão de património paleontológico e geológico? Em que medida essa gestão contribui para a compreensão do território e da paisagem?

Estas e outras questões serão abordadas no próximo dia 21 de Maio (Terça Feira) na sala 3.3.15 da FCUL. Aqui fica o convite. Entrada livre.


sexta-feira, 19 de abril de 2013

MapStory - publicar mapas com cronologia dinâmica


De uma forma geral podemos afirmar que os mapas foram inventados para ilustrar certas realidades   - demografia, ambiente, relevo etc. No entanto, a inclusão da variável tempo foi sempre um desafio, e mesmo hoje, na era digital, continua a ser uma questão complexa.

MapStory é uma aplicação web based que permite criar mapas em que a variável tempo é facilmente integrada, sendo o resultado final um video.  O MapStory convida os utilizadores a criarem mapas e dados que depois serão disponibilizados através de uma licença Open Database Licence  (ODbL).

Como exemplo decidi montar um mapa muito simples com as datas mais importantes da "Reconquista Cristã". A ideia é criar um vídeo que ilustre de forma intuitiva o lento avanço dos cristãos na Penísula Ibérica (quase 8 séculos):



Vejamos então como criar mapas com o MapStory.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Formação em Sistemas de Informação Geográfica em Arqueologia

Para os potenciais interessados aqui fica a nota de divulgação (e o programa) da próxima acção de formação orientada por mim em colaboração com o Campo Arqueológico de Mértola.


As inscrições poderão ser feitas a partir do site do Campo Arqueológico de Mértola. Questões relativas à formação - formato, metodologia de ensino, pré-requisitos, etc, podem ser dirigidas directamente para mim através do seguinte endereço de e-mail: opussig[em]gmail.com

Progama:

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Geo Magazine - um projecto editorial português

O geocahing é um hobby/desporto que tem ganho grande popularidade em todo o mundo, e Portugal não é excepção. Embora seja uma actividade para a qual é essencial ter um GPS, hoje em dia isso já não constitui um impeditivo significativo - é possível comprar um GPS por menos de 100 euros.

Quero desde já esclarecer que eu não sou geocacher (o meu hobby geográfico passa mais pelo Open Street Map), por isso arrisco-me a escrever barbaridades! Se assim for por favor digam!

Então porque é que vou escrever sobre algo do qual sei muito pouco? Bem, apenas para destacar um projecto editorial que me parece muito interessante e é revelador da vitalidade da comunidade geocaching de Portugal (e vitalidade é coisa que o nosso país bem precisa!). Trata-se da revista GeoMagazine, uma revista dedicada ao geocaching, dirigida essencialmente à comunidade portuguesa de geocachers coordenado por Filipe Sena, mas com contributos de muitos geocachers portugueses e que conta já com dois números - Dezembro 2012 e Fevereiro 2013.


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Publicar mapas interativos com Tile Mill

Fazer mapas é uma coisa, partilhá-los é outra! Muitas vezes construímos mapas no nosso software SIG desktop, mas quando chega a hora de os partilhar, normalmente exporta-se para JPEG, ou PDF, e, pelo caminho, todas as vantagens associadas à visualização SIG perdem-se, principalmente a interatividade!

Este problema é notório se estivermos a produzir mapas/informação geográfica para dar apoio a pessoas que não são utilizadores SIG, nem estão interessadas (legitimamente - não se pode ser entendido em tudo!) em adquirir as competências mínimas necessárias para tal.

A solução clássica para a interatividade é criar KMLs para visualização no Google Earth, mas mesmo isso tem as suas limitações: não é prático se se tratar de muitos layers, pressupõe instalação/autorização de instalação de um software, e a navegação do Google Earth, apesar de muito boa, não é imediata para utilizadores inexperientes devido às várias rotações de eixos que permite.

Para resolver estas questões existe o Tile Mill, uma aplicação distribuída sob uma licença BSD, e disponível para Windows, Linux e Mac. Este programa tira partido dos estilos CSS misturados com um pouco de Java Script para criar uma linguagem de scripting acessível e intuitiva, denominada   CartoCSS, que permite estilizar,  e posteriormente partilhar, todo o tipo de mapas.

Para demonstrar o quão simples é, aqui fica um pequeno tutorial que exemplifica como em poucos minutos e com apenas dois layers, criei uma mapa iterativo das árvores notáveis de Portugal. Os dados de entrada foram retirados do Atlas do Ambiente.

I - Criar um novo projeto

Uma vez instalado o Tile Mill, começamos por criar um novo projeto.Todos os projetos vêm com um layer de base, denominado "Countries". Vou aproveitar esse layer e adicionar um novo layer que descarreguei previamente para o meu computador: arvoresnotaveis (um shapefile de pontos). Uma vez carregado o layer, desligo a função Autopilot:


Como dados de entrada, o Tile Mill aceita os seguintes formatos: CSV, SHP, KML, GeoJSOM, GeoTiff, e dados provenientes de bases de dados SQLite e PostGIS.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Encontro Quantum GIS (QGIS Day) - Lisboa 2012


Aqui fica o programa e demais informações relativas ao Encontro Quantum GIS (QGIS Day) que irá decorrer em Lisboa no final deste mês. É uma excelente oportunidade de conhecer melhor este fantástico software, uma vez que há a possibilidade de frequentar workshops gratuitamente. Aproveitem (aviso - pode causar dependência!)
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Encontro Quantum GIS, 29 e 30 Outubro 2012
Auditório 8.2.30 - Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa - Edificio C3 (Campo Grande)

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Open Street Map em Sesimbra

Na sequência do projecto "Vamos Mapear Portugal" - cujas iniciativas já aqui foram abordadas anteriormente - deixo-vos a informação, tal me foi transmitida, relativamente à próxima OSM Party, que decorrerá em Sesimbra no proximo dia 12 de Maio. Desde já uma nota de agradecimento aos promotores pelo envio desta informação.

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A Associação Software Aberto para Sistemas de Informação Geográfica (OSGEOPT) está a organizar uma atividade nacional designada, Vamos Mapear Portugal, para promover a recolha de dados entre voluntários de todo o país para se criar o melhor mapa de sempre de Portugal sobre uma aplicação livre designada Open Street Map, que disponibiliza mapas de todo o mundo através da internet, e através das tecnologias móveis que utilizamos nosso dia a dia, vamos realizar em Sesimbra uma atividade para enriquecer o mapa da vila (nomeadamente nomes de ruas e pontos de interesse turístico). 

A atividade em Sesimbra é já no próximo dia 12 de Maio na Biblioteca Municipal (Sala multimédia durante todo o dia).
A atividade é composta por um período de trabalho de campo e trabalho de inserção de dados nos computadores.
Todos são bem-vindos, vamos criar o melhor mapa de sempre de Sesimbra.
Mais informações disponiveis em Facebook - Vamos Mapear Portugal

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

N.º 4 da revista FOSSGIS Brasil

Saíu o número 4 da revista FOSSGIS Brasil. O destaque desta edição vai para os metadados - um artigo da autoria de George Silva e André Mendonça que já tive a oportunidade de ler e recomendo. Aqui fica então o link para descarregarem a revista (clicar na imagem).



sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

wxGIS 0.4 - alternativa aberta ao ArcCatalog

Foi lançada a versão 0.4 do wxGIS, um software muito útil que permite navegar pelas directorias onde temos armazenados os nossos dados geográficos e visualizá-los e manipulá-los de forma rápida e intuitiva. A grande vantagem de uma aplicação deste género é que permite visualizar e organizar os nossos dados sem precisarmos de os abrir no nosso software SIG Desktop.

O wxGIS é distribuído com uma licença GNU GPL v3, e tem na sua base a inultrapassável e insubstituível biblioteca GDAL - Geospatial Data Abstraction Lybrary, uma colecção de drivers de uso livre (dentro dos termos da licença MIT/X) para abrir, criar e manipular uma longa lista de formatos raster e vectorial.

Uma das características simpáticas do wxGIS é o facto de não requerer instalação, e por isso mesmo ser altamente portátil: basta descomprimir o arquivo .zip disponível na página do projecto para a directoria que desejarmos ou para um pen/disco USB e podemos correr o programa abrindo o aplicativo wxGISCatalog. Existe igualmente uma versão para Linux, mas sem a portabilidade, ou seja tem de ser instalada e não corre a partir de uma simples pen.


Vejamos algumas das coisas interessantes que este programa pode fazer.

sábado, 5 de novembro de 2011

Notas sobre o IV SASIG

Terminaram ontem as IV Jornadas de Software Aberto para Sistemas de Informação Geográfica que decorreram em Guimarães entre os dias 2 e 4 deste mês. As jornadas, promovidas pela OSGeo Portugal, consituiem um espaço de encontro e convívio entre profissionais e interessados pelas geotecnologias de código aberto. São uma boa oportunidade para conhecer o que se anda a fazer com software aberto na área dos SIG.

Das várias comunicações apresentadas deixo aqui umas breves notas sobre aquelas que me pareceram mais interessantes. Quem quiser saber mais sobre os temas deverá consultar a página da OSGeo Portugal.



A primeira comunicação das Jornadas ficou a cargo de Gonçalo Casaleiro, em representação da Agência para a Modernização Administrativa. A presença de um representante da Administração Central no encontro é, por si só, um dado salutar. A comunicação centrou-se no tema da interoperabilidade dos dados enquanto pré requisito para a integração legislativa e administrativa. A ideia chave desta comunicação é muito interessante e merece destaque para reflexão:

A adopção de normas abertas e a disponiblização de dados pelo Estado irá acrescentar valor a esses mesmos dados por via da cooperação com os cidadãos que essa política permite. 

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Programa do IV SASIG (Jornadas de Software Aberto para SIG)

Acabou de ser divulgado o programa detalhado das IV Jornadas de Software Aberto para Sistemas de Informação Geográfica que irá decorrer em Guimarães nos próximos dias 2 e 4 de Novembro.


PROGRAMA:

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Revista FOSSGIS Brasil

Sendo este um blog dedicado a soluções abertas no campo das geotecnologias, não poderia deixar de fazer referência e uma pequena análise a um projecto editorial recente vindo do outro lado do Atlântico: a revista FOSSGIS Brasil (Free and Open Source Sofware for Geographic Information Systems).

 
A revista, em português e com uma periodicidade trimestral, pode ser descarregada gratuitamente a partir daqui. Esta revista é um excelente recurso para quem quiser explorar o mundo do FOSSGIS. Das duas edições lançadas até ao momento (Março e Junho), destacaria a forma acessível em que a revista está redigida. A linguagem, não é excessivamente técnica o que a torna acessível ao público não especialista.

De entre os artigos que classificaria de divulgação destacaria os seguintes:

quarta-feira, 23 de março de 2011

Toponímia de Portugal

Geonames.org é um repositório online de dados toponímicos gratuítos ao abrigo da licença Creative Commons Attribution 3.0. A partir deste repositório podemos descarregar, em formato .txt, a informação toponímica de um dado país. Neste post farei uma demonstração daquela que me parece ser a forma mais simples de transformar estes dados em informação geográfica vectorial.

sexta-feira, 4 de março de 2011

3D com Google Earth

O Google Earth é uma ferramenta fantástica que, mesmo, na sua versão gratuita é um excelente visualizador de dados - um tema que será explorado muitas vezes. Por vezes os utilizadores do GE queixam-se que o relevo não é representado realisticamente, ou que não permite uma boa leitura das variações do terreno. A imagem seguinte representaa baixa de Lisboa:



À esquerda temos o Bairro Alto e à direita o Castelo de S. Jorge, separados pela Baixa/Terreiro do Paço. Embora seja perceptível que a Baixa é uma zona de vale, podemos ter interesse em salientar as colinas que a rodeiam. Para tal basta ir a Ferramentas/Tools --> Opções/Options e no separador "Visualização 3D/3D Visualization" modificar o índice de exagero de elevação/vertical exaggeration e modificar o índice que vem por default (normalmente 0,5)  para 3 e obtemos uma leitura mais evidente da morfologia da zona:


Esta técnica pode ser especialmente útil se quisermos realçar acidentes topográficos em zonas de planícies onde há poucas dezenas de metros de diferença de altitude entre os objectos.

Finalmente há que ter em conta que nas versões mais antigas do GE (5.x) é necessário activar a camada/layer de terreno/terrain, caso contrário o GE apenas trabalhará em 2D.