Mais informações, programa e inscrições na página do Campo Arqueológico de Mértola
quarta-feira, 11 de maio de 2016
domingo, 29 de junho de 2014
epsg.io - repositório sistemas de referência espacial
Recentemente foi lançado um novo portal para pesquisa de códigos e parâmetros de sistemas de referenciação espacial (SRS). Ao contrário do já veterano spatialreference.org, este novo portal - epsg.io tem um motor de pesquisa mais eficiente - notório se se pesquizar por regiãoou país - e uma interface mais intuitiva.
À semelhança do que acontece com spatialreference.org, neste portal podemos ver os parâmetros de uma dada projecção nas mais variadas sintaxes - .proj, wkt, etc.
Igualmente interessante é o facto de se poder ver todos os parâmetros sem ter de abrir a projecção num qualquer formmato e de a extensão geográfica que um dado sistema cobre ser ilustrado num mapa.
Para os espacialmente perdidos, aqui fica - EPSG.IO
terça-feira, 27 de maio de 2014
Esquema de cores para Mapfiles
Quem já usou Mapserver certamente irá achar interessante esta entrada. Trata-se de um ficheiro xml que contem language definition que, quando importado para a directoria do Notepad++ permite ver mapfiles com um esquema próprio de cores (highlights) facilitando assim a edicao e leitura dos mesmos.
Na prática significa passar disto:
Para isto:
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Encontro de utilizadores QGIS Portugal
No próximo dia 2 de Junho, no Polo II da Universidade de Coimbra, decorrerá o segundo encontro de utilizadores QGIS realizado em Portugal (o primeiro realizou-se em Outubro de 2012).
A organização do evento é assegurada pelo Grupo de Utilizadores QGIS-PT e conta com o apoio da Universidade de Coimbra e da Faunalia.
Para além de apresentações de casos de estudo, o encontro oferece a possibilidade de frequentar workshops práticos, com temáticas e complexidade técnica variada, mediante o pagamento simbólico de 5 euros que revertem inteiramente para o projecto QGIS.
A entrada (para quem não está interessado nos workshops) é gratuíta mas exige inscrição que poderá ser feita a partir desta página.
Mais informações disponíveis na página do Grupo de Utilizadores QGIS-PT. Deixo-vos com o programa do encontro.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Curso Intensivo de Sistemas de Informação Geográfica em Arqueologia
Irá decorrer nos próximos dias 3, 4 e 5 de Outubro nas instalações do Campo Arqueológico de Mértola, o Curso Intensivo de Sistemas de Informação Geográfica em Arqueologia (seguir o link para inscrições). Este curso, concebido e ministrado pelo autor deste blogue, representa a continuação de experiências anteriores e pretende dar bases sólidas em Sistemas de Informação Geográfica e respectivas aplicações em arqueologia com base em software aberto.
Embora os exemplos, dados e exercícios fornecidos ao longo do curso tenham por base a arqueologia, as ferramentas, os conceitos e as técnicas abordadas são válidas para muitas outras áreas. Por outras palavras, os "não arqueólogos" são igualmente bem vindos.
Qualquer questão relacionada com a componente técnica e pedagógica deste curso poderá ser remetida para partir de opusssig[em]gmail.com
Aqui fica o programa:
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Geoparser - extrair localizações de um texto
A Europeana Connect, grupo de trabalho de boas práticas digitais financiado pela Comissão Europeia, disponibiliza uma ferramenta online muito interessante que permite fazer geoparsing (extrair e ordenar informação com significado espacial) sobre um qualquer excerto de texto e criar um XML com as localizações e sítios devidamente descriminados.
I - Parsing de texto para XML
Aqui fica uma pequena demonstração. Começamos por aceder à ferramenta de geoparsing e colamos o o seguinte excerto (1) retirado da Wikipedia:
"The first Tour de France was staged in 1903. The plan was a five-stage race from 31 May to 5 July, starting in Paris and stopping in Lyon, Marseille, Bordeaux and Nantes before returning to Paris."
Como se pode ver, este excerto contém referências a cidades, e essas referências têm um significado espacial (coordenadas) que pode ser associado aos nomes.
De seguida basta selecionar XML (2) e clicar em Geoparse (3):
sábado, 29 de junho de 2013
Adicionar mapas JNX a receptores GPS da Garmin
De há uns anos a esta parte, os principais fabricantes de receptores GPS de mão ou outdoor começaram a permitir que se adicione mapas ao GPS. Isto abre a possibilidade de levar para o campo todo o tipo de cartografia - cartas topográficas, geológicas, itinerárias, etc, que podem ser obtidas a partir de digitalizações de mapas em papel ou de dados em formato digital que tenhamos adquirido previamente para uso em ambiente desktop.
No caso da Garmin, há vários modelos que oferecem esta possibilidade, designada de Custom Maps. Os modelos que o permitem fazem-no através de dois tipos de ficheiros: KMZ - formato associado ao Google Earth - e JNX, formato fechado criado pela própria Garmin para distribuição de fotografias de satélite BirdsEye.
Aqui começam os problemas. A implementação KMZ da Garmin impõe sérias limitações que na prática impossibilitam o uso de mapas grandes como fundo. As principais limitações são:
- O KMZ apenas suporta um nível de zoom (em contraste com os 5 admitidos pelo formato JNX);
- Máximo de 100 tiles por KMZ (no formato JNX este número ascende a 50000 por cada nível de zoom);
- Navegação mais lenta quando comparada com o formato JNX;
Embora o formato JNX não esteja sujeito a todas estas limitações, trata-se de um formato exclusivo de distribuição de imagens BirdsEye - um serviço que, quando subscrito, funciona associado ao id do nosso aparelho, o que quer dizer que mesmo que se converta um mapa em jpeg ou GeoTIFF para JNX, continuaresmos a não poder utilizar esse mapa. Para contornar esta limitação é necessário aplicar um patch não oficial ao firmware do nosso GPS. Este artigo irá demonstrar toda a metodologia de patching do firmware de um receptor GPS da Garmin e posterior carregamento de mapas raster em formato JNX.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Sistemas de Informação Geográfica e Paleontologia
Como é que as geotecnologias podem ser uma ferramenta de gestão de património paleontológico e geológico? Em que medida essa gestão contribui para a compreensão do território e da paisagem?
Estas e outras questões serão abordadas no próximo dia 21 de Maio (Terça Feira) na sala 3.3.15 da FCUL. Aqui fica o convite. Entrada livre.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
iD Editor (Open Street Map)
Enquanto contribuidor do projecto Open Street Map, sempre senti falta de um editor que fosse ao mesmo tempo bom e simples. Os editores desktop mais conhecidos - JOSM e Mercator, embora sejam muito completos, estão longe de ser, na minha opinião, suficientemente simples e lineares para novos utilizadores, e os editores online como o Potlach podem ser limitativos.
Outro problema que os mappers OSM enfrentam é a imensidão de tags existentes, tags estas que nem sempre são fáceis de gerir, especialmente após algum tempo de inactividade.
O iD Editor, uma aplicação web based, parece estar a ir na direcção certa. Escrito em Java script, a versão beta já permite ter uma ideia concreta daquilo que o projecto pretende ser. Essa direcção resume-se numa palavra: simplicidade!
Sob pretexto de mapear a aldeia histórica de Idanha-a-Velha, cuja visita recomendo vivamente, aqui ficam as minhas impressões deste novo editor.
domingo, 28 de abril de 2013
Rasters de elevação SRTM
Embora já existam produtos igualmente gratuítos e com melhor resolução, o modelo digital de elevação SRTM (Shuttle Radar Topography Mission) tem a vantagem de ter uma licença mais permissiva que os dados ASTER-GDEM. Os dados SRTM podem ser utilizados para qualquer fim não comercial.
O modelo de elevação SRTM cobre a superfície terrestre compreendida entre os 60ºN e os 56ºS de Latitude. A resolução junto ao Equador é de aproximadamente 90m, e mais elevada quanto mais afastada do equador é a latitude. No caso de Portugal a resolução situa-se em torno dos 70m.
Outra vantagem importante dos dados SRTM é poderem ser acedidos de forma muito fácil e directa (sem necessidade de login/criar conta de utilizador) a partir do portal do Consortium for Spatial Information do Consultive Group on International Agricultural Resarch. Basta selecionar as quadriculas de interesse, escolher o formato e descarregar os dados:
sexta-feira, 19 de abril de 2013
MapStory - publicar mapas com cronologia dinâmica
De uma forma geral podemos afirmar que os mapas foram inventados para ilustrar certas realidades - demografia, ambiente, relevo etc. No entanto, a inclusão da variável tempo foi sempre um desafio, e mesmo hoje, na era digital, continua a ser uma questão complexa.
MapStory é uma aplicação web based que permite criar mapas em que a variável tempo é facilmente integrada, sendo o resultado final um video. O MapStory convida os utilizadores a criarem mapas e dados que depois serão disponibilizados através de uma licença Open Database Licence (ODbL).
MapStory é uma aplicação web based que permite criar mapas em que a variável tempo é facilmente integrada, sendo o resultado final um video. O MapStory convida os utilizadores a criarem mapas e dados que depois serão disponibilizados através de uma licença Open Database Licence (ODbL).
Como exemplo decidi montar um mapa muito simples com as datas mais importantes da "Reconquista Cristã". A ideia é criar um vídeo que ilustre de forma intuitiva o lento avanço dos cristãos na Penísula Ibérica (quase 8 séculos):
Vejamos então como criar mapas com o MapStory.
Vejamos então como criar mapas com o MapStory.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Formação em Sistemas de Informação Geográfica em Arqueologia
Para os potenciais interessados aqui fica a nota de divulgação (e o programa) da próxima acção de formação orientada por mim em colaboração com o Campo Arqueológico de Mértola.
As inscrições poderão ser feitas a partir do site do Campo Arqueológico de Mértola. Questões relativas à formação - formato, metodologia de ensino, pré-requisitos, etc, podem ser dirigidas directamente para mim através do seguinte endereço de e-mail: opussig[em]gmail.com
Progama:
As inscrições poderão ser feitas a partir do site do Campo Arqueológico de Mértola. Questões relativas à formação - formato, metodologia de ensino, pré-requisitos, etc, podem ser dirigidas directamente para mim através do seguinte endereço de e-mail: opussig[em]gmail.com
Progama:
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Geo Magazine - um projecto editorial português
O geocahing é um hobby/desporto que tem ganho grande popularidade em todo o mundo, e Portugal não é excepção. Embora seja uma actividade para a qual é essencial ter um GPS, hoje em dia isso já não constitui um impeditivo significativo - é possível comprar um GPS por menos de 100 euros.
Quero desde já esclarecer que eu não sou geocacher (o meu hobby geográfico passa mais pelo Open Street Map), por isso arrisco-me a escrever barbaridades! Se assim for por favor digam!
Então porque é que vou escrever sobre algo do qual sei muito pouco? Bem, apenas para destacar um projecto editorial que me parece muito interessante e é revelador da vitalidade da comunidade geocaching de Portugal (e vitalidade é coisa que o nosso país bem precisa!). Trata-se da revista GeoMagazine, uma revista dedicada ao geocaching, dirigida essencialmente à comunidade portuguesa de geocachers coordenado por Filipe Sena, mas com contributos de muitos geocachers portugueses e que conta já com dois números - Dezembro 2012 e Fevereiro 2013.
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Coordenadas geográficas em formato decimal
Recentemente deparei-me com um problema frequente - uma tabela Excel com uma longa lista de sítios arqueológicos, onde, para além dos atributos/colunas "clássicos" como o nome, cronologia, concelho, etc, tinha duas colunas com as coordenadas geográficas WGS84 expressas no formato DMS (degree, minutes seconds). As coordenadas geográficas podem ser expressas de dois modos, DMS ou decimal:
DMS: 9º 45'' 45.21'' W / 38º 06' 21.35'' N >>>> Decimal -9.76250000 / 38.10591666
Ambas as formas são válidas e indicam o mesmo local, contudo o formato DMS dificulta a integração e posterior tratamento espacial da tabela em software SIG porque contem caracteres que a tornam numa string (sequência de caracteres que pode conter números e letras, embora não seja atribuído significado matemático aos números, quando presentes), o que dificulta o seu tratamento numérico. O formato decimal facilita a integração da informação em software SIG porque apenas contem números e um separador decimal.
Existem vários conversores online para converter coordenadas DMS em coordenadas decimais, no entanto apenas permitem uma conversão de cada vez. Se tiveremos uma tabela com dezenas, centenas, milhares de entradas, o procedimento torna-se extremamente moroso, pouco eficiente e acima de tudo... desesperante!
A solução passa por utilizar o Libre Office, uma excelente alternativa ao Microsoft Office e aplicar uma fórmula que transforme as coordenadas para o formato decimal. Os dados e screenshots que aqui vou reproduzir são adulterações com vista a proteger os dados originais - dados cientifícos que ainda não foram, que eu saiba, publicados - mas que servem o propósito de ilustrar a metodologia.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Publicar mapas interativos com Tile Mill
Fazer mapas é uma coisa, partilhá-los é outra! Muitas vezes construímos mapas no nosso software SIG desktop, mas quando chega a hora de os partilhar, normalmente exporta-se para JPEG, ou PDF, e, pelo caminho, todas as vantagens associadas à visualização SIG perdem-se, principalmente a interatividade!
Este problema é notório se estivermos a produzir mapas/informação geográfica para dar apoio a pessoas que não são utilizadores SIG, nem estão interessadas (legitimamente - não se pode ser entendido em tudo!) em adquirir as competências mínimas necessárias para tal.
A solução clássica para a interatividade é criar KMLs para visualização no Google Earth, mas mesmo isso tem as suas limitações: não é prático se se tratar de muitos layers, pressupõe instalação/autorização de instalação de um software, e a navegação do Google Earth, apesar de muito boa, não é imediata para utilizadores inexperientes devido às várias rotações de eixos que permite.
Para resolver estas questões existe o Tile Mill, uma aplicação distribuída sob uma licença BSD, e disponível para Windows, Linux e Mac. Este programa tira partido dos estilos CSS misturados com um pouco de Java Script para criar uma linguagem de scripting acessível e intuitiva, denominada CartoCSS, que permite estilizar, e posteriormente partilhar, todo o tipo de mapas.
Para demonstrar o quão simples é, aqui fica um pequeno tutorial que exemplifica como em poucos minutos e com apenas dois layers, criei uma mapa iterativo das árvores notáveis de Portugal. Os dados de entrada foram retirados do Atlas do Ambiente.
I - Criar um novo projeto
Uma vez instalado o Tile Mill, começamos por criar um novo projeto.Todos os projetos vêm com um layer de base, denominado "Countries". Vou aproveitar esse layer e adicionar um novo layer que descarreguei previamente para o meu computador: arvoresnotaveis (um shapefile de pontos). Uma vez carregado o layer, desligo a função Autopilot:
Como dados de entrada, o Tile Mill aceita os seguintes formatos: CSV, SHP, KML, GeoJSOM, GeoTiff, e dados provenientes de bases de dados SQLite e PostGIS.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Regulamento Nacional de Interoperabilidade Digital
Foi publicado em Diário da República no passado dia 8 de Agosto o Regulamento Nacional de Interoperabilidade Digital (RNID), que vem regulamentar a Lei 26/2011 que impõe a adopção de formatos de dados abertos pela administração pública.
Isto é uma excelente notícia para todos aqueles que, como eu, já tiveram de passar horrores com dados fornecidos por entidades públicas em formatos fechados. Mas a questão da interoperabilidade é muito mais profunda, e não se resume a conveniencias pessoais e profissionais de cada um de nós. De facto, a questão de fundo, citando o RNID, é:
"A utilização de formatos abertos (não proprietários) é imprescindível para assegurar a interoperabilidade técnica e semântica, em termos globais, dentro da Administração Pública, na interação com o cidadão ou a empresa e para disponibilização de conteúdos e serviços, criando a necessária independência dos fornecedores ou soluções de software adotadas. [...] contribui para a universalidade de acesso e utilização da informação, para a preservação dos documentos eletrónicos e para uma redução de custos de licenciamento de software."
No que aos Sistemas de Informação Geográfica diz respeito, o destaque vai para a adopção obrigatória dos protocolos web definidos pelo OGC (Open Geospatial Consortium), nomeadamente WFS, WMS, WPS e WCS.
No entanto, o RNID é omisso relativamente a dados raster e vetoriais. Apenas é recomendada (não sendo por isso obrigatória) a adopção do formato PNG, e tornada obrigatória a adoção do formato SVG para desenhos vetoriais - embora o SVG dificilmente se possa considerar um formato SIG. No caso dos formatos raster, mesmo tendo em conta que alguns dos formatos mais populares, como o TIFF, não tenham um estatuto totalmente clarificadao - apesar da sua generalização, talvez se pudesse ter ido um pouco mais longe na recomendação de alguns formatos.
Independentemente disto, o RNID é sem dúvida um avanço e uma mais valia para os cidadãos e para a economia. A adopção do formato ODF (Open Office) é talvez o símbolo mais paradigmático deste avanço.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Guia de visita ao Vale do Tua
Embora possa parecer um assunto um pouco desfazado do que habitualmente é publicado neste blog, não poderia deixar de partilhar um plano de viagem - e respetivos dados geográficos, claro! - ao vale do Rio Tua (Trás-os-Montes, concelho de Carrazeda de Ansiães) mais propriamente o troço que irá desaparecer debaixo das águas da albufeira da barragem de Foz Tua.
É uma viagem que recomendo vivamente, e que acho que todas as pessoas que tenham possibilidade devem fazê-la. Só assim terão consciência do que realmente se vai perder com a construção da barragem - um património geológico, paisagístico e cultural verdadeiramente sublime. Mas vamos ao que interessa - a viagem, os dados, e como as geotecnologias nos ajudam.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Encontro Quantum GIS (QGIS Day) - Lisboa 2012
Aqui fica o programa e demais informações relativas ao Encontro Quantum GIS (QGIS Day) que irá decorrer em Lisboa no final deste mês. É uma excelente oportunidade de conhecer melhor este fantástico software, uma vez que há a possibilidade de frequentar workshops gratuitamente. Aproveitem (aviso - pode causar dependência!)
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Encontro Quantum
GIS, 29 e 30 Outubro 2012
Auditório 8.2.30
- Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa - Edificio C3 (Campo Grande)
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Editar rasters com o GIMP
Certamente muitos de nós já nos deparámos com uma situação relativamente banal mas cuja solução, no mundo SIG, nem sempre é linear. Trata-se de edição de rasters, ou por outras palavras, "pintar" o nosso raster, ou brincar com os contrastes de modo a obter um mapa com o aspecto que estamos a imaginar.
O programa GIMP pode dar uma ajuda nestas situações, se utilizado em conjunto com um qualquer software SIG. O GIMP é um programa de edição gráfica, com funcionalidades semelhantes às do Photoshop, que é distribuído sob uma licença GNU General Public Licence.
Princípio Geral
Há dois princípios gerais para edição de rasters georeferenciados em aplicações não SIG:
1 - Nunca se pode redimensionar o tamanho da imagem;
2 - A informação relativa à georeferenciação deve estar num ficheiro à parte e não embutida no próprio raster (como acontce por vezes no caso dos GeoTIFF).
Desde que estes princípios sejam respeitados é possível, efetuar, no GIMP, todo o tipo de edições relativas a cores, contrastes e efeitos, em rasters com extensão .tiff; ,jpg; .png; e .bmp.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Dados batimétricos gratuítos
General Bathymetric Chart of the Oceans (GEBCO) é um projecto que pretende (tradução livre): "disponibilizar publicamente o mais vasto e credível conjunto de dados batimétricos dos oceanos". Os dados são mantidos e distribuídos pelo British Oceanographic Data Centre (BODC) e resultam da combinação de varrimentos de sonar efectuados por navios um pouco por todo o mundo, combinados com dados recolhidos por satélite.
Os dados são disponibilizados sob a forma de grids no formato NetCDF (Network Common Data Form) com a resolução de 30 arcos de segundo ou de 1 minuto de arco de segundo. No paralelo 39, os 30 arcos de segundo significam uma resolução espacial em torno dos 800x800m por pixel. Vejamos então como aceder aos dados.
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