sábado, 18 de fevereiro de 2012

Notas sobre o Workshop Open Street Map

Conforme aqui referido anteriormente, decorreu nos dias 11 e 12 de Fevereiro, em Torres Vedras, nas instalações da ALT - Sociedade de História Natural, um Workshop em Open Street Map (OSM) integrado na iniciativa "Vamos mapear Portugal" e orientado pelo Victor Ferreira, veterano do OSM e membro conselheiro da OSGeo-PT.

Embora já haja algum historial de OSM Partys em Portugal, tanto quanto sei foi a primeira vez que se testou um modelo misto - uma componente de aprendizagem e uma outra de aplicação, idêntica a qualquer outra OSM Party.

O workshop contou com 9 intrépidos participantes que corajosamente enfrentaram o frio da rua (e da sala) com vista a melhorar o mapa de Torres Vedras. A animação que aqui deixo, preparada pelo Fernado Ribeiro, dá uma boa ideia dos resultados práticos do workshop:

Photobucket


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

N.º 4 da revista FOSSGIS Brasil

Saíu o número 4 da revista FOSSGIS Brasil. O destaque desta edição vai para os metadados - um artigo da autoria de George Silva e André Mendonça que já tive a oportunidade de ler e recomendo. Aqui fica então o link para descarregarem a revista (clicar na imagem).



quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Workshop Open Street Map

Irá decorrer, nos dias 11 e 12 de Fevereiro, em Torres Vedras, um workshop dedicado ao Open Street Map (OSM) - projecto que pretende mapear todo o globo com recurso aos contributos de cidadãos de todo o mundo.


O workshop, integrado na iniciativa "Vamos mapear Portugal", é promovido pela OSGeo-PT e pela ALT - Sociedade História Natural (ALT-SHN) que cederá a biblioteca para os trabalhos de edição e sessões teóricas.

O modelo do evento é misto: por um lado é uma OSM party, mas por outro tem uma componente de aprendizagem (daí ser workshop) que pretende que todos os participantes saiam deste fds de convívio com competência e autonomia para começar a mapear.

Há um limite máximo de 16 participantes (contingências da sala). 

Mais informações e incrições aqui

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

wxGIS 0.4 - alternativa aberta ao ArcCatalog

Foi lançada a versão 0.4 do wxGIS, um software muito útil que permite navegar pelas directorias onde temos armazenados os nossos dados geográficos e visualizá-los e manipulá-los de forma rápida e intuitiva. A grande vantagem de uma aplicação deste género é que permite visualizar e organizar os nossos dados sem precisarmos de os abrir no nosso software SIG Desktop.

O wxGIS é distribuído com uma licença GNU GPL v3, e tem na sua base a inultrapassável e insubstituível biblioteca GDAL - Geospatial Data Abstraction Lybrary, uma colecção de drivers de uso livre (dentro dos termos da licença MIT/X) para abrir, criar e manipular uma longa lista de formatos raster e vectorial.

Uma das características simpáticas do wxGIS é o facto de não requerer instalação, e por isso mesmo ser altamente portátil: basta descomprimir o arquivo .zip disponível na página do projecto para a directoria que desejarmos ou para um pen/disco USB e podemos correr o programa abrindo o aplicativo wxGISCatalog. Existe igualmente uma versão para Linux, mas sem a portabilidade, ou seja tem de ser instalada e não corre a partir de uma simples pen.


Vejamos algumas das coisas interessantes que este programa pode fazer.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Interpoladores II - QGIS Interpolation Plugin (IDW)

No primeiro post desta série dedicado ao  Interpolation Plugin do Quantum GIS, a interpolação TIN obteve resultados melhores que a interpolação IDW. No entanto, como foi sublinhado, esses resultados foram condicionados pelo facto da interpolação ter sido feita com base em curvas de nível a partir das quais foram derivados os pontos para interpolação. Este segundo estudo irá testar o interpolador IDW para a obtenção de um Modelo Digital de Elevação (MDE) a partir de um conjunto de pontos cotados e não a partir de curvas de nível.
 
De forma a testar a influência do tipo de paisagem a modelar e a regularidade ou irregularidade de dispersão de pontos no Modelo Digital de Elevação (MDE) segui, no essencial, a mesma metodologia que adoptei anteriormente:

Objectivos e Metodologia

O principal objectivo deste segundo estudo é aferir em que circunstâncias a interpolação IDW poderá ser mais indicada que a interpolação TIN. Para tal confrontou-se o melhor interpolador TIN - segundo o teste anterior - com vários parâmetros de interpolação IDW.  O segundo objectivo é perceber até que ponto a regularidade ou irregularidade dos dados de entrada podem influenciar a performance da interpolação.

Mais uma vez, e considerando que os resultados obtidos a partir de interpolação são altamente influenciados pelo tipo de terreno que se está a modelar, foram considerados dois tipos de paisagem: Falésias e Colinas Aplanadas - cuja extensão é exactamente a mesma do estudo anterior de modo a permitir uma comparação de resultados mais segura.