quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Formação em Sistemas de Informação Geográfica com Quantum GIS

Terminou esta semana uma formação introdutória aos Sistemas de Informação Geográfica (SIG) na Escola Profissional Alsud de Mértola. Consistiu num módulo de 25H integrado no curso de Assistente de Arqueólogo (certificação de Nível Secundário). Esta acção foi uma excelente oportunidade para explorar e divulgar algum do bom software aberto que actualmente existe para SIG, e aproveito para deixar aqui umas notas sobre esta experiência na esperança de poder vir a ser útil a outras pessoas, formadores ou não.

O público consistiu num grupo de 13 adultos que nunca tinham tido qualquer tipo de contacto com sistemas de informação geográfica. Optei portanto pelo Quantum GIS por achar que é, actualmente, um dos programas mais amigáveis e fáceis de utilizar. 

Tendo em conta as poucas horas disponíveis para o módulo e a ausência  de conhecimentos ou contactos prévios com o mundo SIG por parte dos formandos, defini como objectivos de aprendizagem os seguintes pontos:

sábado, 5 de novembro de 2011

Notas sobre o IV SASIG

Terminaram ontem as IV Jornadas de Software Aberto para Sistemas de Informação Geográfica que decorreram em Guimarães entre os dias 2 e 4 deste mês. As jornadas, promovidas pela OSGeo Portugal, consituiem um espaço de encontro e convívio entre profissionais e interessados pelas geotecnologias de código aberto. São uma boa oportunidade para conhecer o que se anda a fazer com software aberto na área dos SIG.

Das várias comunicações apresentadas deixo aqui umas breves notas sobre aquelas que me pareceram mais interessantes. Quem quiser saber mais sobre os temas deverá consultar a página da OSGeo Portugal.



A primeira comunicação das Jornadas ficou a cargo de Gonçalo Casaleiro, em representação da Agência para a Modernização Administrativa. A presença de um representante da Administração Central no encontro é, por si só, um dado salutar. A comunicação centrou-se no tema da interoperabilidade dos dados enquanto pré requisito para a integração legislativa e administrativa. A ideia chave desta comunicação é muito interessante e merece destaque para reflexão:

A adopção de normas abertas e a disponiblização de dados pelo Estado irá acrescentar valor a esses mesmos dados por via da cooperação com os cidadãos que essa política permite. 

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Programa do IV SASIG (Jornadas de Software Aberto para SIG)

Acabou de ser divulgado o programa detalhado das IV Jornadas de Software Aberto para Sistemas de Informação Geográfica que irá decorrer em Guimarães nos próximos dias 2 e 4 de Novembro.


PROGRAMA:

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

MapCruncher: georeferenciar mapas e visualizá-los com Bing Maps ou Google Earth

Recentemente publiquei um pequeno tutorial sobre o Maptiler, um programa que gera kml super overlays, ou seja permite visualizar um mapa raster no Google Earth. Um dos comentários recebidos foi do Luís Tavares que aconselhou dar uma olhadela ao MapCruncher, um programa parecido com o Maptiler mas com duas diferenças fundamentais:

1 - Permite georeferenciar mapas de forma bastante intuitiva utilizando as imagens de satélite do Bing Maps como referência;

2 - Gera igualmente tiles, ou segmentos, mas estão associados a um ficheiro .xml para utilizar com o BingMaps.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Revista FOSSGIS Brasil

Sendo este um blog dedicado a soluções abertas no campo das geotecnologias, não poderia deixar de fazer referência e uma pequena análise a um projecto editorial recente vindo do outro lado do Atlântico: a revista FOSSGIS Brasil (Free and Open Source Sofware for Geographic Information Systems).

 
A revista, em português e com uma periodicidade trimestral, pode ser descarregada gratuitamente a partir daqui. Esta revista é um excelente recurso para quem quiser explorar o mundo do FOSSGIS. Das duas edições lançadas até ao momento (Março e Junho), destacaria a forma acessível em que a revista está redigida. A linguagem, não é excessivamente técnica o que a torna acessível ao público não especialista.

De entre os artigos que classificaria de divulgação destacaria os seguintes: